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M20 EHF Euro: Portugal sai derrotado pela primeira vez em competição

  • Foto do escritor: David Braga
    David Braga
  • 16 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Vila Nova de Gaia foi, mais uma vez, o palco da Seleção Nacional de Portugal, naquele que foi o último jogo do Main Round da competição. Mesmo com a presença nas meias-finais já assegurada, Portugal foi a jogo dedicado em continuar com o registo 100% vitorioso que possui neste Campeonato da Europa.


 

Carlos Mantingo colocou de início um sete inicial diferente daquele a que estamos habituados, com Vasco Costa e João Gomes nas laterais, Miguel Oliveira a central, António Machado a pivô, Pedro Oliveira e Tiago Teixeira nas pontas e Francisco Oliveira na baliza.

 

A armada lusa não conseguiu entrar bem no encontro, vendo-se em desvantagem durante toda a primeira parte. As equipas partiam para o intervalo com o resultado nos 17-13. A reentrada na partida voltou a não ser a melhor para Portugal, que passou a sofrer uma desvantagem de sete golos, a maior deste Europeu. Mesmo tendo conseguido reduzir a desvantagem, Portugal nunca conseguiu estar a menos de três golos da seleção húngara.

 

No fim do jogo, a vitória era da Hungria, por 33-30. Apesar deste resultado, Portugal termina o Main Round na primeira posição do grupo M1, apurando-se para as meias finais, em conjunto com a Sérvia, a Suécia e a Espanha, companheira de grupo.

 

João Gomes, eleito melhor jogador da seleção portuguesa pela EHF, falou à 7Metros sobre aquilo que faltou à equipa para conquistar a vitória:

 

“Penso que, para termos dado um salto qualitativo na performance e, assim, ganhar o jogo, tínhamos de ser mais agressivos na defesa. Demos vários golos à Hungria, muitos deles golos fáceis, e acho que foi isso que nos fez não alcançar a vitória.”

 

A análise de Carlos Martingo acerca do jogo de hoje foi semelhante à de João Gomes, referindo que quer voltar a ver a sua equipa com a mesma intensidade defensiva dos jogos anteriores:

 

“Primeiro de tudo, acho que a Hungria é uma excelente equipa, tendo jogadores de excelente qualidade no seu plantel. Hoje, por uma questão de gestão, optamos por não utilizar alguns atletas, mas conseguimos ter muitas coisas positivas a tirar deste jogo. Mesmo assim, acho que temos de fazer melhor, principalmente defensivamente, recuperando os níveis de intensidade nessa fase do jogo, tal como apresentamos, por exemplo, com a Dinamarca. De qualquer modo, reforço a qualidade desta equipa da Hungria, que foi melhor do que nós e mereceu esta vitória.”

 

Nas meias-finais, a armada lusa fará frente aos ‘vikings’ da Suécia, os segundos classificados do grupo M2, atrás da Sérvia, que defrontará a Espanha.

 
 
 

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